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A
nossa era é orgulhosa de seus avanços científicos e tecnológicos.
Isso porque o mundo tem evoluído numa proporção, não mais
aritmética, nem geométrica, mas numa escala quântica, fibrilosa.
Há
um século temos assistido o desenvolvimento da compreensão do ser
humano. Grandes nomes como Freud, Carl Jung, Ivan Pavlov
contribuíram para que o universo interior do ser humano fosse mais
entendido. Crescemos na área da medicina com o avanço na erradicação
de endemias medievais, em alguns casos conseguimos a cura para o
câncer, e já se fala numa vacina poderosa para a cura da aids. O que
dizer do avanço humano na área da informática com computadores já
atuando na velocidade dos hyperbites? Ou do desenvolvimento na área
da educação com o domínio dos processos cognitivos da criança? E da
robótica? Ou da cibernética – que já descortina a possibilidade de
um ciborg num tempo não muito longe?
Realmente, grandes foram as
conquistas do ser humano. Contudo, não obstante tenhamos avançado em
todas as áreas do conhecimento humano, não podemos dizer que o homem
é melhor do que o era na idade média. Criamos tecnologias, avanços
científicos, forjamos tratados, mas não conseguimos nos erguer de
nossas mazelas pessoais. Somos uma geração que protagoniza as mais
terríveis tragédias já vistas na história humana.
Nunca houve tanto divórcio,
lares destruídos, como em nossa geração. Nossa população carcerária
beira o triste número de 150.000 indivíduos em todo o país.
Estima-se que até o ano de 2010 chegaremos a 1 bilhão de
infectados pelo vírus da aids em todo mundo.
Centenas de milhares de crianças
morrem de fome todo anos nos paises da África e também
no Vale de Jequitinhonha. E a imoralidade moderna só se iguala aos
episódios perpetuados nas rochas de Pompéia. Cumpre-se a frase de
Humberto de Campos: “O homem na terra nunca viveu, como hoje, tão
inquieto e tão desgraçado”.
Qual a resposta para tal
situação? É simples.
“sem mim nada podeis fazer”. Qualquer tentativa sem a ação
transformadora de Jesus no coração humano é inócua. Sem Jesus, o ser
humano jamais irá conseguir se levantar de suas enfermidades. Então, o que fazer? Vamos jogar
fora todas essas tentativas e esforços? Não, de modo algum. Apenas
mostrar que é pura utopia a pretensão de um progresso sem Deus.
Combatemos a ilusão de uma felicidade sem Jesus. A ciência, a
educação, a sociologia, a psicologia são bons aliados do evangelho,
mas péssimos substitutos.
“Sem mim nada podeis fazer” –
disse Jesus. Arquimedes, o geômetra de Siracusa, quando descobriu a
teoria da alavanca, num grito de júbilo, exclamou: “Dai-me um ponto de apoio e eu levantarei o
mundo”. Os homens, já têm descoberto alavancas fortes
e boas, mas o mundo não se ergue de suas mazelas e descalabros.
É que lhe falta Cristo, “O
Ponto de Apoio”.
Que Deus nos
abençoe.
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